Vendendo a alma

Duke, the Java Mascot, in the waving pose. Duk...

Decidi vender minha alma. Não, nada de seres mitológicos, pois não sou religioso. Na verdade nem sei se esse conceito de alma existe.

Estou apenas usando essa expressão popular pois decidi estudar Java. Não apenas estudar, mas também me certificar. Sempre critiquei o Java por achar muito burocrática, com um grupo de usuários fanáticos, tentando te evangelizar com falácias. Mas, infelizmente, é o que o mercado pede.

A primeira dúvida foi: qual certificação fazer? Lembro-me que na página da Sun tinha um fluxograma muito bom que te ajudava a decidir qual caminho seguir. Depois que passou

tudo para a Oracle, não encontrei mais esse gráfico. O que mais se assemelha foi essa página: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=141

Aí você vê quais são as certificações disponíveis em Java: SE 7, SE 5/6, SE 6, EE6, EE5, ME1… E os níveis: Associate, Professional, Master, Specialization/Expert. A primeira coisa que alguém que não conhece Java pensa ao ver isso é: “Que porra é essa?”. Mas não é tão complicado.

Na verdade ainda nem sei qual a diferença para SE, EE e ME. Mas vi que o caminho inicial é SE, então vamos de SE. Segunda dúvida: 6 ou 7? Procurei alguns fóruns brasileiros e estrangeiros, e a conclusão que cheguei é que hoje (jan/2012) a versão 7 é nova, e a transição para a versão 7 ainda irá demorar. Ok, então decidido: SE 6.

Até agora parece tudo certo, a porta de entrada me pareceu ser o OCA, Java SE 5/SE 6. Mas ao detalhar o Professional, algo curioso: não é necessário ter o nível Associate. Pensei: para que ele existe então? As especificações das provas são diferentes, mas achei que fosse uma hierarquia: Associate -> Professional -> Master -> Expert. Assim como aquela nomenclatura (na minha opinião idiota) de programador Junior, Pleno, Senior e Master.

Enfim, a decisão foi feita. Só resta me decidir qual a certificação, Associate ou Professional. Pensei em fazer cursos, mas todos são muito caros. Como também não me dou bem com o ritmo de estudo em uma sala de aula, vou estudar por conta própria. E farei um registro dessa jornada aqui.

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Defeito Estrutural – Faixa 1

Bateria: ?, microfonadas com Samson ???
Guitarra: Pedaleira ???, cubo ???, microfone AT 2020

  • Yamaha MG -> Alesis Multimix -> Logic.
    Audio
  • Versão 1 (4Shared) Segunda Versão – samples de kick, snare, tom e floor. Redução dos tambores acústicos. Os tambores são quase samples, e os pratos captados. Guitarra passou pelo Amplitube.

Vamos Filosofar Um Pouco – Parte 6

Continuando nossa querida e maravilhosa serie, devemos nos perguntar uma coisa bastante intrigante, e para começar vamos voltar para a antiguidade, isso mesmo, vamos “viajar” no tempo,  vamos voltar lá para 6900 e guaraná na garrafa de pedra com rolha de dente de dinossauro. O nosso objeto de estudo será o homem primitivo e sua convivência com o mundo a sua volta, como ele explicava o mundo, como ele explicava os fenômenos que aconteciam na sua época, e por aí vai. Para quem já descobriu qual assunto nós vamos debater, vem a confirmação, para os curiosos, a novidade. O assunto deste e-mail é mito.

Antes de mais nada, devemos definir nosso objeto de estudo, assim devemos pegar o Aurélio, e defini-lo:

 

Mito (sm.) 1. Relato sobre seres e acontecimentos imaginários, que fala dos primeiros tempos ou de épocas heróicas 2. Narrativa de significação simbólica, transmitida de geração em geração dentro de determinado grupo e considerada verdadeira por ele 3. Idéia falsa, que distorce a realidade ou não corresponde a ela 4. Pessoa, fato ou coisa real valorizados pela imaginação popular, pela tradição, etc. 5. (Fig.) Coisa ou pessoa fictícia, irreal, fabula. § mí-ti-co adj.

 

Tendo definido nosso objeto, peguemos o bisturi e dissequemos o mesmo, a primeira coisa que vem a nossa cabeça quando falamos de mito é que o mesmo é uma história de fantasia, isto é, nunca existiu, o que nos força a perguntar (como e do costume do filosofo): POR QUE, sendo o mito uma mentira, o ser humano criou essas histórias fantásticas? Para se distrair, pois não tinha cinema e nem McDonalds naquela época. Eu acho que não, então para que? O mundo naquela época era uma coisa complexa, uma hora chovia outra fazia um sol de rachar, tinha trovões, furacões, terremotos, maremotos, e uma vontade louca de entender esses fenômenos. Então o que eles fizeram, criaram o mito. Este não é nada mais nada menos do que uma tentativa de explicar a realidade a nossa volta. O mito famoso é o do deus Viking, cujo nome era Thor, o deus do trovão, diz a lenda que quando tinha uma tempestade com muitos trovões, era apenas o deus Thor guerreando com o mal para resgatar a princesa não sei das contas, (peço desculpas por isso, mas é que eu não achei essa lenda na Internet), assim o homem daquela época tinha explicado  sua realidade. Mas não para por aí não, um mito derrubado gera outro, isso mesmo, quando descobriram que não era o deus Thor lutando para resgatar a princesa, eles tiveram que dar outra explicação e qual foi? Os deuses estavam irados e exigiam um sacrifício, como é na vida, esse mito também caiu. Até que se descobriu que os trovões são a descarga de uma concentração de energia gerada por uma estática,(para os físicos: as nuvens são carregadas de energias positivas e negativas e quando as nuvens se chocam geram estática e decorrência disso o raio). Para ilustrar que o mito é algo importante e que ele era uma tentativa de explicar a realidade a nossa volta, vamos comentar outro mito bem conhecido. Todos se lembram que na Idade Media acreditavam que a terra era chata? Isso para os que não sabem é um mito, basta ver o item 3 da definição,  assim um louco de nome Copérnico, bate as pernas e falou para todo mundo ouvir que a terra era redonda como uma laranja, resultado disso ele morreu na fogueira pela Santa Inquisição e mais um mito caiu por terra, o substituto dele foi o mito de que a terra é redonda, e para os amantes da física, já se fala que a terra não é redonda, ele é na verdade elíptica, isto é, chata nos pólos (também pudera mais de 4.5 bilhões de anos rodando no espaço você quer o quê?). Viu como o mito é importante, e por aqui para. Para não, e sabe por quê? Simples, temos vários mitos modernos, o mito do homem pisar na lua, entre outros mitos, isso mesmo nós nos vangloriamos tanto que somos mais racionais que nossos antepassados, mas não conseguimos nos livrar desses mitos, vocês sabem o porquê.

Acho que por hoje é só.

Para as mulheres um beijo.

Para os homens um abraço.

J

 

Vamos Filosofar Um Pouco – Parte 5

Apos a discussao do tema anterior, e após a descorberta que o melhor brinquedo do mundo é o Lego, vamos discutir o proximo tema, antes devo pedir desculpas pois nao vou continuar falando dos nossos queridos e amados filosofos (sem boiolagem é logico e sem falsidade tambem), vamos discutir o a filosofia ama mais, o que sem isso a filosofia nao existiria, isso isso isso, a razao. Começo com a primeira pergunta: O que nos difere do resto dos animais?
Eu penso que nada nos difere deles, a unica coisa é que nos evoluimos mais rapido e nós tornamos a raça predominante, assim como o golfinho poderia ser, o patinho, o cavalinho, o cachorrinho, as baratas, já pensou a terra colonizada por baratas super-evoluidas? Legal pacas. Mas existe, como sempre um grupo que discorda. Bem esse grupo diz que o que nos difere dos animais é algo chamado razao, eles dizem que os animais só agem devidos a seus instintos, isto é, devido a fome, sede, vontade de acasalar, medo, e etc., e o ser humano, ele tanto age com a razao como tambem pelo instinto, agimos pelo instinto quando queremos ir ao banheiro e agimos pela razao quando fazemos uma prova de matematica, agimos pelo instinto quando vamos a McDonalds e pedimos um BigMac, e agimos com a razao quando lemos uma revista, em resumo agimos pela razao quando usamos nosso conhecimento, e agimos pelo instinto quando usamos nossa vontade.
Passemos agora, para outro ponto interessante da razão, como adquirimos essa preciosa razao? Na filosofia, como é de costume, sempre existe dois grupos em confroto, o primeiro afirma que a razao é uma coisa inata, isto é, está dentro do homem desde o seu nascimento, ele nasce, cresce e morre com a razao, aí o segundo grupo perguntou ao primeiro: Se o conhecimento é uma coisa inata do homo sapiens sapiens (nome cientifico do ser humano), por que uma criança nao consegue fazer uma simples conta de matamatica? A resposta foi, a razao é inata no homem, porém ele deve desenvolve-la para que ele consiga fazer uma simples conta de matematica. Essa resposta nao agradou muito o grupo dois, eles, por sua vez, achavam que a razao nao era uma coisa inata, a unica coisa inata era os instintos, entao surgiu a vez deles responderem a pergunta: Como adquirimos a razao? A resposta deles foi através da experiencia. Entao do nada voces me perguntam: “Como assim?”, ao que eu respondo que atraves da experiencia ele adquiriam o conhecimento e logo a razao, vamos pegar o exemplo do cara mais famoso da Fisica, Isaac Newton, o descobridor a Lei Gravitacional, bem conta a lenda que ele estava sentado debaixo de uma arvore (tirando um cochilo), quando de repente uma maça cai na cabeça dele, e ele se pergunta: “Por que a porra dessa maça caiu na minha cabeça?” (peço desculpa por está sempre colocando “eles se perguntaram” ou “eu pergunto para voces”, mas acontece que tudo na filosofia começa como uma pergunta). Assim ele ficou curioso, afinal todo filosofo é, e foi para o laboratorio dele e lá realizou varios experimentos, tipo: deixar a maça cair varias vezes, quem cai primeiro a bola de boliche ou uma maça? Os dois ao mesmo tempo. E é assim que o homem adquire o conhecimento e em consequencia disso a razao, e estava respondida a pergunta que eles fizeram ao grupo um: Por que as crianças nao conseguiam resolver uma simples conta de matematica, por que elas ainda nao tinham feito experimentos com a bendita da matematica.
Contudo, entretanto, todavia, porém, mas, há de convir que, dentro desse grupo existiam discussoes quanto ao metodo para adquirir o bendito conhecimento, e em seguida a razao, assim novamente o grupo se dividiu em dois, o grupo 2.1 acreditava que o conhecimento era adquirido atraves da razao, em muidos, voce nao podia acreditar no que seus olhos viam, pois eles poderiam te trair, o exemplo classico desse grupo é o caso dos copos de agua e acido cloridrico, os dois tem a mesma aparencia ao olho, os dois sao transparente, e assim voce está com sede deve tomar um copo, como voce vai saber qual é o copo de agua e qual é o de acido? (cheirando, é mas no exemplo nao pode cheirar), dessa forma os seus sentidos lhe trairiam. O mais importante filosofo desse grupo é o já mencionado, Rene Descartes, lembram do primeiro passo? Nunca aceita nada como sendo a mais pura verdade, dessa forma ele duvidava dos nossos sentidos, do que ele via, do que ele cheirava, ou até mesmo do que ele tocava, e se perguntava isso que eu estou tocando é real, ou apenas uma simulação de computador? Mas ele nao acabou louco, se voces querem saber. O grupo 2.2, ao contrario do grupo anterior, acreditava que voce só adquiria conhecimento, atraves dos seus preciosos sentidos, eles pensavam que se um sentido podiam lhe trair, voce usaria outro sentido para ter certeza. O mais importante filosofo desse grupo foi o pensador ingles Jonh Locke, ele acreditava que os sentidos eram importantes, pois só assim voce veriam o que acontece na realidade, mais nao bastava apenas ver, sentir e tocar, eles tinham que realizar o mesmo experimento varias e varias vezes sob condições diferentes para ver se as resposta seria a mesma, no caso se Newton, ele pegou a bola de boliche a maça e jogou de uma mesa e ele viu que as duas caiam ao mesmo tempo, depois jogou do telhado da casa dele, depois do predio mais alto da cidade, e assim ele vendo que a resposta era a mesma chegou ao conhecimento de que nao importa a distancia a bola de boliche e a maça vao cair ao mesmo tempo. Para depois perceber que quando as coisas estao caindo elas nao tem peso.
Diante desse dois ultimos grupos, temos assim a dedução e a indução, os dois sao pensamentos logicos, o primeiro pensamento acontece dessa forma, voce pega um pensamento geral para chegar a um especifico, por exemplo: todos os cisnes sao brancos, logo um cisne é branco. Já a indução acontece o contrario, voce pega um pensamento especifico para chegar a um geral, exemplo: Um cisne é branco, logo todos sao brancos.
Por hoje é só isso.

J

Vamos Filosofar Um Pouco – Parte 4

Fala galera maligna do mal, tudo na mais pura beleza? E então vocês estão prontos para encarar frente a frente a morte? Prontos ou não vamos filosofar sobre o nosso próximo tema, que por acaso é a seguinte frase: “nada pode surgir do nada”. Legal não? Legal e incrivelmente espetacular. Vocês nunca se perguntaram como surgiu o universo? Como nosso corpo é formado no ventre de nossas mães? Exatamente, nada pode surgir do nada. Assim como é de costume façamos a nossa perguntinha básica de sempre: “Então o que estava antes?” Esse é um tema que tem quebrado a cabeça de muita gente, principalmente de uns filósofos chamados de Pré-Socráticos, isso mesmo, eles são anteriores a grande Filosofo Sócrates, eles se preocupavam com as coisas da natureza, faziam geralmente as seguintes perguntas: “Do que é feito?” “De onde veio?” “De que reino pertence?”. Podemos dizer que eles são os primeiros biólogos do globo. Agora para vocês veres que existia burrada até naquela época, vamos pegar um objeto simples, que tal um vaso? Bem, eles pegavam um vaso qualquer, e analisavam e chagavam a seguinte conclusão: De que é feito? Resposta: De terra e água. De onde veio? Da terra. De que reino pertence? Ao reino inanimado. Coisa estranha não? Sim eles pensavam que as coisas eram feitas dos quatros elementos: Água, Terra, Ar e Fogo. As coisas existentes na natureza eram formadas ou de terra ou de água ou de ar ou de fogo ou ainda da combinação desses elementos. E que quando tal coisa deixava de existir, isto é, morria os elementos se separavam. Legal você pensar que o corpo humano pode ser uma combinação de terra e água.
Agora uma pergunta para aqueles que se recusam a crescer: Qual é o melhor brinquedo do mundo? Para aqueles que responderam que o melhor brinquedo é o War (jogo de tabuleiro que envolve estratégia), sinto mas estão errados, ele é bom mas não o melhor. Para aqueles que responderam que o melhor brinquedo do mundo é o Banco Imobiliário, sinto novamente mas a resposta está errada. Para aqueles que acreditam que o melhor brinquedo do mundo é o Comandos em Ação, sinto mas também não é a resposta certa.(Aí que saudade!!!) A resposta certa seria LEGO. Ele não é o melhor brinquedo do mundo? (Acho que vou comprar um pra mim). Por quê? Com o Lego você pode montar qualquer coisa. Você pode construir uma casa, um boneco, uma arvore, um carro, enfim qualquer coisa que as peças permitam fazer. Tudo isso para falar o filosofo do Átomo, quem descobriu o átomo não foi John Dalton , e sim um cara chamado Demócrito. Sim foi ele que descobriu o átomo, ele em sua viagem pelo pensar chegou a seguinte conclusão que realmente quando uma coisa morre os elementos que estavam nessa coisa se separavam, voltando para a natureza, nesse ponto ele concordava com seus antecessores, mas discordava deles quando o assunto era as transformações, pois uma vez que o a água se unisse com a terra para formar uma coisa os dois se transformavam. Demócrito achava que os elementos não sofriam transformações, não podiam, mas então o que acontecia? Simples ele acreditava que existia coisas minúsculas que não podiam ser divididas, a essas coisinhas ele as chamou de átomos (a = não e tomos = divisível), assim o átomo, por ser indivisível, era eterno e imutável, assim não se transformava, agora a pergunta de um milhão de dólares: O que o maldito lego tem haver com tudo isso? Você não notou? Basta olhar cada peça como sendo um átomo. Para Demócrito os átomos apos a morte de um individuo, os átomos deles se separavam e iam formar outra coisa, da mesma forma que você pode fazer com as famosas peças de Lego. Assim nos temos átomos de uma pedra, de um cavalo, de uma mula, sim de uma mula, podemos até ter átomos de dinossauros, chocante não?
Feita essas explicações, descobrimos do que somos feitos, assim passemos ao grande mistério, de onde vem o universo? Bem vamos falar agora da Teoria que espantou e continua espantando muita gente, essa teoria é chamada por um nome carinhoso Big Bang (Grande Explosão, “bang” é um barulho, saca?), algumas coisinhas antes. Quando você ouvir falar em “ponto zero”, esse é o ponto onde tudo começa. Quando você ouvir falar em “tempo zero”, esse é ponto onde o tempo começa, e quando digo que é onde o tempo começa é porque começou mesmo, antes desse tempo não existe tempo, como nós conhecemos, dividido em horas, minutos e segundos. Prossigamos, antes do ponto zero, segundo os criadores dessa teoria, existia uma grande massa de energia, e essa energia estava tão concentrada, que por exemplo, um milímetro cúbico dessa massa, dava para deixar todas as luzes do mundo ligadas vinte quatro horas durante uns 10 anos (apenas ilustrativo). Mas essa massa era uma coisa instável, e sendo assim, ela explodiu,(eis a razão do “bang”), uns 15 minutos depois (apenas ilustrativo) sugiram os elétrons, são partes do átomo com o valor -1, depois disso, uns três dias depois (apenas ilustrativo), veio a surgir o prótons, partes do átomo com o valor +1, mas não foi dessa vez que o átomo surgiu, muito tempo depois surgiu o nêutron, partícula de valor 0, e depois que a temperatura baixou muito, é que veio a surgir o átomo, depois disso vocês sabe o que acontece, um átomo disso junta com um outro átomo daquilo e forma um troço estranho chamados planetas e por aí vai, basta lembrar de Demócrito e o seu minúsculo Lego.
Tendo falado de um dos maiores mistérios do universo, ele próprio, eu termino este episodio da serie vamos filosofar um pouco. Assim resta dizer apenas que nossos átomos fazem parte da grande bacia de Lego do grande criador, Deus.

Um big abraço (para os homens)
e
Um big beijo (para as mulheres)

Fui

J

Vamos Filosofar Um Pouco – Parte 3

Aí, galerinha maligna do mal? Já descobriram se sua vida é regida pelo Livre Arbítrio ou pelo Destino? Mas não esquenta não que isso passa. Hoje nós vamos falar de um conhecido nosso, melhor conhecida, ela nos persegue desde que o homem foi expulso do paraíso, como havia falado, ela é a única coisa certa em nossa vida. Ladies and Gentlemen, let’s talk about the Death.(Traduzindo Senhoras e Senhores, vamos falar sobre a Morte).

Quem é ela? De onde vem? Por que tem que fazer esse serviçinho? Alguns acreditam que ela é um monte de esqueleto com uma capa preta e uma foice, que quando o relógio marcar tal hora não adianta correr, não adianta rezar, não adianta lutar, porque você já está morto. Uns dizem que ela é o fim de tudo, outros dizem que ela é o começo de uma nova vida. Por que se faz importante filosofar sobre a morte? Por duas razoes simples: a) você vai morrer e isso não é intrigante? b) o que tem depois dela? Nada ou uma outra vida. Sim, ao falar da morte temos que necessariamente falar do que vem depois dela. A pergunta mais comum que aparece quando se fala nesse assunto é: “Será que existe vida, depois da morte?”. Não sei, não morri ainda, mas não se preocupe que quando eu morrer eu volto para falar para vocês. Volto mesmo. Para cada um. (Que medo!!!). A primeira pergunta que um filosofo deve fazer quando reflete sobre o único mal irremediável é “Será que estou pronto?”. Assim eu pergunto: Vocês estão prontos? E se a morte chegar para vocês hoje, durante o café da manha, na volta da escola, indo para o trabalho, ou até mesmo durante o sono, principalmente quando você está sonhando com um(a) ator(atriz) da TV? O que nos leva a segunda pergunta: “Como saber que estamos prontos?”. Para essa pergunta devemos recorrer a uma Época da Literatura Chamada Arcadismo, que foi do no final do século XVII até o século XVIII, para quem tem raiva dos números romanos é do final do século de 1601 até 1700. Eles tinham dois lemas, um deles é famoso, quem nunca ouviu falar do “Carpe Diem” (não estou muito certo quanto a escrita, mas acredito que seja assim, quem souber, favor me corrigir se for o caso), o que diabos isso quer dizer? Vem da língua mãe do português, o latim, e significa “Aproveite o Dia”, isso mesmo, aproveite o dia, faça cada dia da sua vida valer a pena, não desperdice ele com muito trabalho, muito estudo, muita academia, muito namoro, sim muito namoro, faça cada com toda a energia que você tem que fazer. Não desperdice tempo fazendo somente uma coisa, faça de tudo, enfim aproveite o dia. E para justificar tudo isso eles tinham o segundo tema que era: “Memento Mori” (também não estou certo quando a escrita), novamente você me pergunta o que diabos significa isso? Ao que eu respondo significa “lembre-se de que vai morrer”, triste não? Assim aproveite o dia, porque um dia você vai morrer! (hehehehe) Mas lembre-se do que São Paulo falou “tudo me é licito, mas será que tudo me convém?”. Mudando um pouco de assunto, vamos falar das conseqüências de morrer, por que os ocidentais choram e por que os orientais riem? (para os que não sabem, eles até fazem festas de três dias).
Para nós ocidentais (sim, nos somos os ocidentais, porque estamos no lado oeste do globo terrestre) a morte significa o fim, porque nos somos materialistas, em outras palavras nos estamos muito ligados com a matéria, não queremos morrer, não sabemos o que tem do outro lado, a morte para nós é algo desconhecido, e algo que nos é desconhecido nos causa medo e duvida, não queremos lagar isso o que chamamos de corpo. E por outro motivo, muito compreensivo, temos medo de ir para o Inferno, purgar pelos nossos pecados. Isso mesmo, temos medo de chegar cara a cara com o Grande Criador e mostrar que nós falhamos na tentativa de cumprir nossa missão. Apesar de sabemos que Deus é todo misericordioso, ainda sim cultivamos uma cultura de um Deus Vingativo e Punitivo. Depois de tudo o que disse eu pergunto: “A morte é o fim?”. Feita essa pergunta, passemos agora para os orientais.
Para os orientais, a morte nao é o fim e sim o começo de uma vida na plenitude, nao importa que voce seja, nao importa se voce é loiro lindo e forte, tem dinheiro e um escort. Todos depois de positivarem seu carma viveram uma vida na graça eterna. Quando uma pessoa morre eles festejam, e sabe o por quê? Porque eles pensam que a pessoa que morreu viveu uma vida incrivel e unica e assim sendo nao há motivos para choro e sim para festas. Um outro motivo é o seguinte: Eles acreditam que nao existe coisa pior do que ficar preso nesse corpo, ter que comer, sofrer, chorar, sentir dor. Entao a melhor coisa é morrer, pois assim se ganha a liberdade plena, fazendo parte do que eles chamam de “a grande consciencia”. A vida para eles tem um sentido, se purificar para a vida plena.
Acho que isso é o suficiente para nosso e-mail filosofico.
Gostaria de aproveitar esse momento e falar que o tema sugerido pelo Rodrigo nao foi aceito. Motivo: o tema nao pode ser abordado por um lado filosofico e apenas por um lado religioso, para aqueles que nao sabem qual é o tema, ele sugeriu:” Deus Destino ou Livre Arbitrio?” Assim continuo solicitando aos meus leitores um tema que possamos abordar na reuniao dominical. Depois de tudo o que foi escrito nesse e-mail eu faço as seguintes perguntas: Voce está pronto? Como voce sabe?
Por hoje é só pessoal.

Atenciosamente

J

Vamos Filosofar Um Pouco – Parte 2

Acho que todo mundo que leu o e-mail anterior já refletiu sobre o tema, já se fez a pergunta de um milhão de dólares. Tudo tranqüilo? Nenhuma duvida pendente? Bom se ninguém se manifestar eu vou entender como “sim” para a primeira pergunta e “não” para a segunda.

Continuando nossa caminhada no mundo magnifico da filosofia (aí alguem vai fazer uma cara feia e dizer “Magnifico?”), a proxima pergunta que devemos nos fazer é a seguinte: Existe destino ou nao? Nossa vida já está traçada ou podemos fazer nossas escolhas? Feita a pergunta passsemos agora para as considerações sobre o assunto.

Vamos tratar primeiro do “Destino”, sua origem remonta ao grego “fatalis”, o que nos leva a concluir que o destino é uma fatalidade, e sendo assim a primeira sua primeira caracteristica a inevitabilidade, traduzindo, o destino é algo inevitavel, nao adianta você fugir dele porque até mesmo seu destino é tentar fugir dele, entenderam? Bem vou considerar que nao e explicar melhor, imaginemos alguem que o destino dele é morrer por uma espada, entao ele foge para as montanhas vira um eremita, fica sozinho se afasta da civilização porque para todo lado que ele olhava tinha alguem com uma espada, é por isso que vai para a montanha e vira um eremita, pois lá nao tem ninguem com espadas, depois de muito tempo lá sozinho, em uma das suas meditações uma espada cai bem em cima dele, bem tinha um guerreiro procurando por um sabio que pudesse lhe dar conselhos sabios e em uma escalada e se descuida e deixa a espada cair e o eremita morre. Triste nao? Mas isso é o destino, nao adianta voce fugir dele. Uma segunda caracteristica é a inexistencia de escolha, você nao escolhe o caminho que quer trilhar, mesmo que apareça uma escolha para você fazer, você já está destinado a fazer aquela escolha, voce quer um exemplo? Pois bem uma pessoa durante a vida dela encontra muitos obstaculos, diantes desses ela pode fazer duas escolhas, a primeira é o desvio, a segunda é encarar o obstaculo, assim quando chega ao obstaculo a escolha que ela ia fazer já foi tomada, ela está lá apenas para seguir o seu destino, ela já está destinada a fugir ou a encarar o seu obstaculo. (Interessante esse tema destino, talvez até seja meu destino fazer esses e-mails). Uma outra coisa que podemos contar como caracteristica é que tudo já está traçado, voce nao tem que se preocupar com nada, apenas sente-se e aproveite a viagem, já esta traçado o dia, mes, ano, pessoa com quem voce vai se casar, qual igreja, qual o padre, qual vestido, qual banda vai tocar na festa, ou se o casal vai colocar um DJ, dessa forma o destino é como uma peça onde o ator é você, portanto ou voce segue o roteiro ou a peça fica sem sentido. Acho que isso nao é tudo, mas já é o bastante para a gente começar uma pequena discursão.

Em oposição ao destino encontramos o Livre Arbitrio, conhecido nosso, é uma instituição divina, em outras palavras foi instituido por Deus, as primeiras considerações que devemos fazer quanto ao tema é, você o caminho que voce deve seguir nao existe, assim voce pode traça-lo da forma que bem entender, nada está traçado, a unica coisa certa na nossa vida, segundo o Livre Arbitrio, é a morte, e mesmo assim nao sabemos quando vamos morrer, e como vamos morrer, voce escolhe. Sim você escolhe, como no caso do carinha que ia morrer pela espada, foi ele quem escolheu ir para a montanha e se tornar um eremita, foi ele que decidiu fugir, lembram? Dessa forma, ele decidiu se encontrar com o que chamaremos aqui de “destino”. No caminho do “Livre Arbitrio” tudo pode ser escolhido, isto é, existe opção de escolha, você pode escolher tudo, sem aquela baboseira de que mesmo você tendo escolha a sua escolha já foi determinada, assim se você chegar em um obstaculo voce pode escolher entre encara-lo ou fugir, uma frase que marca bastante essa caracteristica é a de Sao Paulo que diz: “Tudo me é licito, mas nem tudo me convem”, portanto no “livre arbitrio” você pode fazer tudo, mas a pergunta que se deve fazer em seguida é “Mas será que tudo me convém?”. Assim terminamos a discursão sobre o “Livre Arbitrio”.

Bacana, nao? Eu acho. Agora vem o que voce deve fazer durante a semana. Se perguntar se sua vida é regida pelo destino ou pelo livre arbitrio. Lembrando do seguinte:

a) se existe escolha nao existe Destino.
b) se tudo está traçado, você só tem que seguir o roteiro, entao nao é Livre Arbitrio.
c) se voce acha tudo isso chato porque leu até aqui?

Gostaria de saber se estao dispostos a dedicar uma reuniao a Filosofia, segundo sugestao do nosso amigo Rodrigo, e qual seria o tema, por favor nada relacionado com Matrix, para tal reuniao?

Por hoje é só pepepepepessoal!!!

Jadson Alves Sousa

Vamos Filosofar Um Pouco – Parte 1

Aí galera maligna do mal,

Vamos Filosofar um pouco? Gente fiz esse e-mail depois da ultima reuniao, (para aqueles que só olham seus e-mails uma vez por mes a ultima reuniao foi 11/01/2004), pois no final o assunto foi mais ou menos “pensar”, assim nada melhor do que a filosofia para isso. Portanto continuem lendo.

Bem gostaria de começar dizendo que este e-mail vai ser um pouco filosófico. Sim, lá vem a chata da filosofia. Pensar é necessário, como foi que você acha que alguém descobriu que o mundo gira em torno do sol, veio do nada, assim simples? Não!!! Foram meses, anos, talvez décadas de estudos. A propósito, alguém sabe quem foi que descobriu isso??? Gostaria de conduzir esse e-mail de forma a questionar se o que fazemos é certo ou errado, se certas coisas que acontecem são o destino, ou foi a escolha da pessoa que levou a que tal fato acontecesse, entre outras questões interessantes, quero levar o pensamento filosófico de modo simples e de modo que todo mundo possa entender, nada daqueles pensamentos de fundir a cabeça, de derreter o cérebro.
Mas para começarmos esse estudo filosófico de tudo o que está a nossa volta, de nossa realidade, e até de nós mesmos, muita gente passa a vida toda sem saber, ou no mínimo se perguntar: “Quem sou eu?”. Porque devo analisar de forma filosófica o mundo a minha volta? Primeiro, hoje em dia as informações são jogadas em nós, assim absorvermos toda essa informação e a reproduzimos, a questão é: engolimos toda essa informação e nem nos damos o luxo de perguntar de onde vem, será que essa informação é verdadeira, apenas a reproduzimos. Segundo, pensar é necessario, os gregos diziam “Mente sã, corpo são”, assim o corpo precisa da mente e a mente precisa do corpo. Vamos analisar a coisa assim, suponhamos que você faça musculação, o que acontece se você malhar um braço? Não vai ficar aquela coisa desproporcional, um braço forte e o outro fraco? Dessa forma é a mente e o corpo, se você cuida muito do corpo e esquece a mente, o corpo no final acaba padecendo, por inumeras razões que não vou ficar explicando aqui senão fica aquela coisa chata, a mesma coisa aconte se você exercita a mente e esquece do corpo, o que acontece? Exatamente, a mente padece. Terceiro, razão e fé devem andar juntos, aí vem a pergunta: “Mas a razão diz que não existe milagre?”, com o que eu respondo, existe sim, a questão é temos tecnologia para analisarmos esse milagre? É assim que vejo, a razão deve explicar a fé, como a fé deve alimentar a razão. Exposto agora os motivos pelos quais devemos filosofar (filosofia vem do grego e quer dizer amor a sabedoria) vamos começar nossa discursão.
A primeira pergunta que devemos nos fazer quando iniciamos o caminho filosofico é perguntar a nós mesmo: “Quem sou eu?”, agora você vai na frente do espelho e se pergunte “quem sou eu?”, pronto? Ainda nao foi? Anda eu nao vou fugir, vai lá e volta. Nao vai doer, se é isso o que você quer saber. Ok? Qual foi a resposta? Os que responderam eu sou Fulano da Silva Moreira, R.G. 123456789 SSP/DF e inscrito no CPF sob o número 98765432100, gostaria de dizer que vocês tem um grande caminho filosófico a percorrer porque a resposta de vocês está errada, sinto em informar que a resposta não se encontra em um documento. Já aqueles que responderam eu sou eu, parabens, mas isso é muito pouco, o caminho de vocês é um pouco menor do que dos anteriores. Agora o grupo seleto de pessoas que entenderam a pergunta, esses sim merecem o verdadeiro parabens, mas será que voces responderam mesmo a pergunta ou só a entenderam. Está complicado? É simples, você é Fulano de Tal Costa e Silva, tem seu número no Registro Geral, possui seu CPF, estuda, ou trabalha, tem suas preocupações, isso ninguem questiona, mas a pergunta nao se refere a esse eu, e sim a pessoa que está em seu interior. Nosce Te Ipsum, vem do latim e significa “conhece a ti mesmo”, você se conhece? Você sabe do que você é capaz? Você é uma pessoa má ou boa? São essas pequenas perguntas que vão respondendo a “grande pergunta”. Numa guerra o mais importante não é conhecer o inimigo, saber seus pontos fracos e os pontos forte, onde atacar, como atacar, e sim conhecer a si mesmo, porque se você se conhece, vai saber seus pontos fracos e fortalece-los, vai saber por onde você pode ser atacado, entre outras coisas.
Então, você vai conseguir durmir essa noite sem se perguntar: “Quem sou eu?”? Não, ótimo, mas não se desespere a resposta não está em livros, não está na televisão, eu sei, que droga, a resposta não está na televisão, ela não vai cair do céu, você não vai descobrir da noite para o dia. Sabe onde você vai encontra-la. Dentro de você, mas para isso não é preciso você ir no médico e falar: “Doutor, o senhor poderia meter o pisturi aqui e descer até a barriga, porque a resposta está dentro de mim” e muito menos ficar virando os olhos na tentativa inutil de olhar dentro de você. Mas então como eu posso descobrir essa resposta? Simples. Vamos falar um pouco de Descartes, filosofo do começo do seculo XV, em sua principal obra, “o Discurso do Método e Regras Para a Direção do Espírito”, ele estabeleceu quatro passos, o primeiro é: nunca aceite uma verdade como sendo verdadeira, até que você a conheça como tal; segundo: divida em quantas partes você acha que seja necessário para a analise do problema, isso para facilitar a solução do problema; terceiro: conduzir por ordem seus pensamentos, iniciando pelo mais simples até o mais complicado; quarto: não se esquece de nada, estude todos os aspectos de você. Acredito que o primeiro passo ou você já o fez ou já o iniciou, porque ao tentar responder a pergunta você criou uma verdade, logo você deve descarta-la ou aceita-la. O restante dos passos são simples, é só segui-los da forma como se encontram.
Qualquer duvida, responda a esse e-mail. E como se trata de filosofia, é bom a gente discurtir um pouco, assim o tema da discursão é “Quem sou eu?”, pelo menos até o proximo e-mail filosofico.

Atenciosamente

Jadson.

phpBB: Excelente sistema de fórum, mas um saco para expandir

The screenshot of phpBB 3.0.

Imagem via Wikipedia

Antes de tudo, gostaria de dizer que uso o phpBB desde suas versões 1.x. Sempre gostei dessa solução open-source para fóruns, e ainda recomendo a utilização. O problema acontece quando as funcionalidades padrão já não te atendem… aí as dificuldades dessa arquitetura começam a ficar visíveis.

Talvez eu não esteja sabendo usar o software. Confesso que nunca li o manual, apenas alguns itens quando estava com dúvida. Mas também nunca li o manual do wordpress e consigo escrever código com muito mais facilidade no WP do que no phpBB. Nisso achei o WordPress mais direto, mais “straightforward” (não gosto de usar termos em inglês, mas não sei qual seria uma boa definição em português).

Sou webmaster de um site/fórum, o Som ao Vivo. Lá nós temos uma média de 4 a 5 mil visitas diárias e nunca tive problemas com o phpBB. Nunca tive problemas com bugs, quero dizer. Os problemas que tive estavam mais relacionados aos servidores instáveis da Locaweb. A dificuldade que tenho é manter alterações feitas no código.

Por exemplo, uma funcionalidade que na minha opinião deveria ter sido incorporada há muito tempo, mas sabe-se lá porque não. A localização do usuário está presente nos campos de registro desde versões muito antigas. Mas não há um meio de tornar esse campo obrigatório durante o registro. Nem mesmo um campo personalizado. Não seria muito mais simples poder escolher no painel de controle os campos que são obrigatórios? Vamos lá, isso não é difícil de implementar!

É tão simples que tem um mod para isso. O problema é que um mod no phpBB não é como um plugin no WordPress. Você não “instala” um pedaço de código que acrescenta funcionalidades ou altera o comportamento do sistema. Essa alteração é feita diretamente no “core”, nos arquivos. E o que aconteceu quando fiz a atualização? Os arquivos que foram alterados no mod foram substituídos por versões originais.

Claro, durante a atualização podemos ver uma espécie de diff entre o arquivo modificado e o arquivo a ser instalado. Mas convenhamos, se o conceito de plugin estivesse presente no sistema e não o de mods que, para mim são hacks, seria tudo mais fácil.

Outra crítica é a instalação desses mods. Não é tipo plug and play, envolve alteração de código. E se você utiliza um tema personalizado então, a instalação é ainda mais difícil.

Continuando na crítica sobre os mods, acho que é azar mas ainda não experimentei mods que seriam importantes no Som ao Vivo por causa do suporte, ou a falta deles. Dois deles são o WP United e o Karma Mod. O último lançamento de ambos já tem muito tempo, e o suporte nos fóruns do phpBB não existe mais. Alguns tópicos existem, outros foram trancados por estarem abandonados… E até agora não encontrei substitutos para esses mods, tanto que estou quase convencido que terei que escrever minhas próprias versões.

Mas apesar disso ainda usaria o phpBB em uma nova instalação. Dentre os concorrentes, o SMF parece estar com o desenvolvimento bem lento, e o bbpress é simples demais. Talvez deva analisar melhor o bbpress, por ter sido escrito pela Automattic, criadora do WordPress. E não usaria soluções comerciais pois caso a empresa desapareça, é bem provável que o software também irá sumir. Isso não acontece com open source.

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Banda Livelihood – 4 de Maio

Tomei a liberdade de pegar o áudio no myspace e trabalhar em cima dessa mix. Na minha opinião os graves estão exagerados, e falta ênfase no vocal. Fiz apenas uma equalização, compressão multibanda, passei por um exciter e loudness, só para reduzir as frequências graves e fazer a voz sobressair.

Para o vocal, eu ainda usaria um pouco de delay e reverb para dar uma encorpada. Aumentaria também a guitarra solo, achei meio apagada.

Link para versão original: http://www.myspace.com/bandalivelihood

Versão editada: http://www.cgoncalves.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Livelihood-4-de-maio.mp3

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.